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Verdão pula fogueira no Canindé, bate Furacão e encerra dia na ponta

O torcedor alviverde que esteve no Canindé pôde observar um palco montado para o show do cantor sertanejo Edson e muitas barracas com guloseimas: era a tradicional Festa Junina da Portuguesa que começou neste sábado à noite. Mas a comemoração fora do setor social da Lusa foi iniciada no gramado, com a vitória do Palmeiras por 1 a 0 sobre o Atlético-PR, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro.

O jogo proporcionou, porém, dificuldades ao time de Palestra Itália. Mesmo com um a mais a partir do começo do segundo tempo, em função da expulsão de Rômulo, o Alviverde só alcançou o gol da celebração com 16 minutos para o fim, através de Chico, de cabeça, na cobrança de escanteio de Marcos Assunção.

Com o triunfo, o Palmeiras consolida o ótimo início no Campeonato Brasileiro-2011. Em três rodadas, a equipe de Palestra Itália soma sete pontos e termina o sábado na liderança. Para o Atlético-PR, a derrota é responsável por um recorde negativo. Desde a implantação dos pontos corridos na competição nacional, o Furacão nunca havia passado três rodadas sem somar pontos.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras enfrenta uma pedreira, o Internacional, no estádio Beira-Rio, no domingo da semana que vem, às 16 horas. No mesmo dia, porém um pouco mais tarde (18h30), o Atlético-PR recebe o Flamengo, na Arena da Baixada.

O jogo – Antes de a bola rolar, o aroma das tradicionais comidas de Festa Junina da Portuguesa passou a ser sentido em alguns setores do Canindé. Dentro de campo, o clima entre as equipes não era nada amistoso. Em cinco minutos, o Atlético-PR mostrou vontade em estragar qualquer comemoração alviverde e finalizou duas vezes, com Nieto e Paulinho, ambas por cima.

Aos poucos, o Palmeiras passou a impor o que treinou durante a semana: marcação pressão e jogadas pelas laterais. O Verdão cozinhava perfeitamente as suas jogadas até o toque final, quando errava o último passe e não conseguia a finalização.

Nas arquibancadas, o torcedor do Palmeiras pulava para minimizar o frio. Talvez, a preferência fosse para um quentão. Já aquele que comprou uma pipoca para acompanhar o jogo se engasgou aos 31 minutos, quando Gabriel Silva perdeu a principal chance da etapa inicial. O lateral tomou a frente de Kleber na área e, na cara do gol, isolou a bola.

Sem gols nos 45 minutos iniciais, o goleiro Marcos mostrou no intervalo a receita para o Verdão alcançar a vitória e ter a tranquilidade para festejar com um bom quindim na saída do Canindé. “Nós pressionamos, o Márcio fez duas defesas. É jogo de paciência, não podemos vacilar no contra-ataque e nas balas paradas do Paulo Baier”, disse.

Para o segundo tempo, apenas o Atlético-PR voltou com uma alteração: o baixinho Madson no lugar de Adaílton. A mudança trouxe uma injeção à dança da quadrilha paranaense. Em dez minutos, o clube de Curitiba proporcionou muito trabalho a Marcos.

Mas o lateral direito Rômulo resolveu pregar uma peça nos planos do Atlético-PR. Aos 12 minutos, o jogador já tinha amarelo, acertou Kleber por trás de forma desnecessária e foi expulso. Foi o convite para o Verdão voltar à pressão.

Com as presenças de Wellington Paulista e Lincoln, o Palmeiras aumentou o ritmo da dança em campo. De tanto insistir, o Verdão deu o tiro certeiro e recebeu o prêmio. Aos 29 minutos, Marcos Assunção cobrou o escanteio da esquerda para a cabeçada de Chico: o placar de 1 a 0 trouxe um suspiro aos torcedores.

Gazeta Esportiva

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