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Após convocação, Mano analisa novidades da seleção

Para o amistoso da seleção brasileira contra a Alemanha, no próximo dia 10 de agosto, em Stuttgart, o técnico Mano Menezes sacou seis jogadores do grupo levado para a Copa América: Adriano, Elano, Jadson, Jefferson, Luisão e Sandro. Para as vagas, o comandante optou por Dedé, Fernandinho, Luis Gustavo, Renato Augusto, Ralf e Jonas.

“Estamos partindo para a próxima etapa após a Copa América. Temos um amistoso pela frente de alto nível contra a Alemanha, na casa deles. Já havia sinalizado em relação à convocação do Dedé há algum tempo. Foi coerente ele estar na seleção pela primeira vez, pelo o que ele vem jogando, desde o ano passado e a oportunidade se abriu agora”, explicou Mano.

O comandante canarinho ainda ressaltou a ausência do lateral Adriano, do Barcelona. Nesta lista, Mano chamou apenas três jogadores para o setor: Daniel Alves, André Santos e Maicon.

“Daniel Alves e Adriano irão se apresentar para os treinamentos no Barcelona um pouco mais tarde, por isso vou levar só um dos dois. Escolhi o Daniel porque ele pode jogar pelos dois lados,” disse.

Pela primeira vez na seleção, Ralf, do Corinthians, também foi elogiado por Mano Menezes. “Temos a situação do Lucas Leiva que ainda está em aberto, perdemos o Sandro, que é o segundo jogador da posição e segue em recuperação após uma cirurgia. O Ralf é um jogador que conheço, sei do seu potencial e sua capacidade de realizar a função, por isso optei pela sua convocação”.

“Luis Gustavo é um volante canhoto que vem se destacando muito no futebol alemão”, continuou Mano em relação ao jogador do Bayern de Munique. “Ele fez grandes jogos pela Champions no ano passado, e venho o observando pela sua característica de saída pelo lado esquerdo, que tem uma naturalidade que alguns destros não têm”, analisou.

A convocação de Jonas, por fim, foi feita principalmente para buscar uma nova alternativa no setor ofensivo, segundo Mano. “O Jonas já esteve com a gente contra a Escócia. Entendo que precisamos melhorar exatamente nosso setor final da equipe, da aproximação do homem que joga como referência, o atacante principal”, explicou.

“Quero um homem que jogue como um central, mas não enfiado entre os zagueiros. O Jonas pode dar essa característica para a seleção quando quisermos adotar essa maneira de jogar, que vem trabalhando com homens por fora. O time vem criando bastante, tem boas chances, mas às vezes não tem a força de chegada que deveria ter”, finalizou o técnico.

Fonte: A Gazeta Esportiva.

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